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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Porto Taylor's LBV 2008



Conheci os LBVs da Taylor's na degustação que fui com a Isis na confraria carioca.

Na ocasião bebemos o 2007, que estava muito harmônico. Esse 2008 estava um pouco mais vivo.

Muito bom, alia fruta de qualidade à madeira, com uma concentração interessante, enche a boca. Dulçor persistente, gostoso, chama o álcool e com ele alternam a "liderança". Um belo vinho.

Os LBVs são Portos que ficam de 4 a 6 anos em madeira, compostos por uma seleção de vinhos do porto de excelente qualidade de um único ano. Foi criado em 1970 pelo atual presidente da Taylor's como alternativa ao Porto Vintage, que requer muitos anos em garrafa para se arredondar.

É um vinho que traz uma qualidade bem superior aos Ruby, Tawny e Reserve, sem ter que pagar grandes somas de dinheiro (como fazemos para os tawny envelhecidos e Vintages).

Nota -> 4 de 5.

Preço -> €19 no free shop do aeroporto de Lisboa

Site -> Taylor's

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Degustação Taylor's (Porto)

30 de Agosto de 2013. Último dia útil do mês, lá fomos eu e Isis à degustação de vinhos do Porto da Taylor's, promovida pela Confraria Carioca.

A Confraria Carioca sempre proporciona boas degustações, com tiragostos de primeira e muita simpatia, sempre num ambiente descontraído e aconchegante. Engraçado ver as pessoas passarem no corredor do shopping e se perguntarem "que evento é esse?"

Bem, se elas soubessem, certamente participariam. Tratava-se de uma degustação de vinhos do Porto da Taylor's, onde seriam abertos até os grandes Tawny de 30 e 40 anos.

Fomos recebidos com um drink chamado Portonica, feito com vinho do porto branco e soda, com um raminho de hortelã. Parecia um mojito, mas confesso que era mais refrescante. Eu gostei, Isis não.



A degustação (na verdade uma aula de vinho do porto, ministrada pelo Fernando Seixas, gerente de exportação da Taylor's) mesmo começou com o Porto Taylor's First State Reserve, um Ruby que passa 4 anos em madeira. Bem jovem, taninos muito perceptíveis, um vinho de sensação bem doce, realmente para sobremesa e para harmonizações do tipo. Esse vinho é o início da linha dos Ruby. Achei honesto, Isis não gostou. Achei caro porém.



Aí veio o que pra mim foi o melhor custo x benefício da noite. O LBV (Late Bottled Vintage) 2007. São 6 anos de madeira, num vintage simplesmente pronto. Delicioso, harmônico apesar de estrutura bastante notável na boca. Segundo a Isis, top!


Daí fomos para os Srs. Tawny. O primeiro dos tawny foi o 10 anos. Esse fica em barricas pequenas, algo de ervas ao nariz, com passas, frutas doces ou algo de compota. Bem perto do mel, álcool bem notado.

O 20 veio quase junto com ele, a sensação de mel se intensifica, muito fácil de se beber, a doçura é a mesma e o final é enorme. Incrível como ainda se nota um leve herbáceo. Pra mim o melhor da noite, pra Isis tambem!


Olha a diferença das cores deles na taça (o 10 é o mais avermelhado):


O trintão veio suave, ainda álcool, mas o engraçado foi que dá uma sensação de mais "presença" que o 20.


O último da noite foi o 40 anos, ainda se acha fruta, impressionante como a sensação de madeira se reduziu (?!), menos dulçor, mais álcool, e ainda com acidez.



E aí está o 40:



Foi uma experiência única e todos os vinhos se encontram à venda na Confraria Carioca.

domingo, 23 de junho de 2013

Ramos Pinto LBV 2005


Post rápido, baseado nas minhas recordações.

Belíssimo Porto, com bastante sedimento visível e ainda com muito vigor. Aromas bastante complexos, desde o frutado doce, calda, tostados, leve queimada na narina. Na boca também repete a queimada, mas tem ótima textura, para ser bebido aos poucos e bem devagar. De preferência em boa companhia ;-)