A cabernet franc é minha paixão desde sempre.
Une complexidade e disponibilidade, num jeito mágico de ser.
Sou suspeito para falar da Loma Larga também pois deles gostei de todos os vinhos já bebidos.
Este cabernet franc, com 93 pontos no descorchados, traz muita fruta e muita coisa novo mundista hoje em dia tão mal falada por tantos que dessa fonte beberam durante anos, mas conjugadas à muita acidez e tensão, conferindo a esse vinho uma interessantíssima vontade de beber mais um gole. Frutas, álcool, herbáceos comportados, dulçor, madeira, acidez, tudo lá funcionando belamente. Ainda merece mais uns dois anos na garrafa, vai evoluir belamente com certeza.
I am very much in love with Cabernet Franc since always. It is approachable and yet complex, this one unites new world wines characteristics and an intriguing acidity and minerality provoking your mouth and forcing you to drink more. Delicious.
Nota -> 4 de 5. Preço -> R$ 126,00. Site -> Loma Larga.
“No vinho estão a verdade, a vida e a morte. No vinho estão a aurora e o crepúsculo, a juventude e a transitoriedade. No vinho está o movimento pendular do tempo. Nós mesmos somos parte do vinho e da vinha. No vinho espelha-se a vida”. (Roland Betsch)
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Brasil: Cattacini Gewurztraminer 2015
Há tempos não escrevo. Resolvi fazer um novo post por conta do prazer que é beber um vinho branco
delicioso nesse calor.
O que me impressiona na Cattacini é a qualidade de seus vinhos, que na minha modesta opinião tem seu ponto alto nos deliciosos e frescos brancos que nos apresenta a cada ano.
Como esse senhor ousa fazer vinhos de uvas quase desconhecidas do grande público, ainda mais vinho branco? Que audácia.
Ainda bem.
Além de um vinho extremamente refrescante, floral, mineral e muito prazeroso de se beber, com ótimo volume e final de boca pedindo mais, ainda por cima é apresentado com rolha e garrafa de primeira qualidade. Um abuso de 1300 garrafas apenas.
Agora que achei um caminho mais curto para comprar essas preciosidades, devo dizer que quando pensar em vinho branco, a Cattacini é a primeira opção disparado.
Voltarei para escrever a respeito do Quíron Chardonnay e do Trebbiano, que estão gelando na minha geladega, aguardando o momento para serem degustados.
E deixo a dica: o Peverella deles vai MUITO bem com comida japonesa.
O termo Clos, é utilizado na França para designar vinhedos cercados por muros, em geral pequenos e de alta qualidade. Foi escolhido para nomear o Gewurztraminer Cattacini, pois as vinhas que fizeram este vinho são cercadas por uma taipa, como é conhecida na região sul do Brasil este tipo de construção. Saúde!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> promoção da Cattacini, pacote com 3 garrafas (valeu cada centavo).
Site -> Cattacini Vinhos.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
França: Réserve Sainte-Anne Picpoul de Pinet 2015 #CBE
Para o tema de janeiro da CBE (a confraria brasileira de enoblogs, que em fevereiro completará dez anos!), o Victor do Balaio do Victor pediu que provássemos um vinho de um país que nunca houvéssemos provado, branco ou tinto, propondo harmonização se possível.
Alguns confrades solicitaram que o tema fosse ampliado, e eu particularmente pedi que incluísse regiões que nunca provamos, para facilitar um pouco. Embarquei nessa solicitação e provei esse ótimo branco francês.
Feito com a Picpoul de Pinet, muito conhecida também como Picpoul Blanc, é uma uva plantada praticamente só na França na região conhecida como Languedoc-Roussilon, a despeito de algumas tentativas nos EUA e poucas áreas em Portugal e Espanha, onde são conhecidas com outros nomes (Avello e Picapoll).
Pic-poul é entendido como pica-lábio, esse nome lhe foi dado por conta de sua elevada acidez. Esse vinho especificamente tinha uma ótima acidez combinada a bastante frutas cítricas, num belo conjunto de boca, tudo belamente encaixado e que surpreendeu após os delicados aromas florais e da bela cor amarela apresentada em taça.
Deve ser bebido mais frio que de costume, o que foi bem providenciado pelo balde de gelo, e de preferência ainda jovem. Este vinho foi maravilhosamente harmonizado com um halibute e logo após com uma excelente e variada tábua de queijos!
This is a wine from a grape never proven before - and I really appreciated it! This picpoul de pinet (or picpoul blanc as well) comes from Languedoc-Roussilon, and translates literally as 'stings the lip'. Approaches to a golden yellow in glass, delicate and pleasant floral notes, fresh and elegant in mouth with great and surprisingly well-placed acidity. Absolutely great with fish and with cheese. Another blog that tasted it: Wildcard.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> £25
Site -> ???
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Argentina: Bressia Monteagrelo Cabernet Franc 2013
A história desse vinho começa com o erro da Vinum Day ao me enviar a safra 2013 ao invés da 2011,
a qual havia sido anunciada.
Bom, como fui informado que a 2011 não havia mais garrafas disponíveis, sendo algumas garrafas da 2013 enviadas na mesma remessa, só me restava degustá-lo...
Conheci os vinhos da Bressia com o ótimo Profundo, um vinhaço. A linha Monteagrelo é a linha de varietais da Bressia.
Um belo vinho, a fruta vem com força mas não é exagerada, traz também traços de pimentão e algo como grafite, aliado a uma boa mineralidade. É firme, carnudo, boa acidez mas ainda assim mostra características de uma linha mais francesa. Um belo vinho.
A very nice argentinian cabernet franc, brings together mendoza and france characteristics, fruits, pepery aromas, graphite, nice texture, good presence, acidity, some minerality. But still keeps a french leg. Try it.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$139,00.
Site -> Bodega Bressia.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Portugal: Vinha do Putto 2010 #CBE
Para o mês de dezembro, o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs foi proposto por mim - que honra!
Como nesse mês de dezembro muitos de nós optamos por saborear um belo prato de bacalhau, e como na maior parte do Brasil é uma noite quente, pedi ao pessoal que encontrassem um vinho branco português, se possível da uva Arinto ou com ela na composição.
Escolhi o Vinha do Putto, do produtor Campolargo. Feito com Verdelho e Arinto, Putto
no interior de Portugal quer dizer garoto, criança. Mas esse delicioso branco nada tem de criança.
Amarelo dourado na taça, aromas muito interessantes onde se misturam manteiga, baunilha leve e frutas brancas, bem semelhante a pêssego. Na boca untuoso, certa cremosidade, boa estrutura para um branco, muito boa acidez mesmo após esses anos e aquela mineralidade autenticamente portuguesa.
Como eu disse, de criança esse vinho não tem nada, é um belo exemplar branco de Portugal. Vai combinar bem com um prato de bacalhau em lascas, à Lagareira ou com batatas aos murros.
Como eu disse, de criança esse vinho não tem nada, é um belo exemplar branco de Portugal. Vai combinar bem com um prato de bacalhau em lascas, à Lagareira ou com batatas aos murros.
Preço -> R$ 81,90 na Mistral.
Site -> Campolargo.
sábado, 26 de novembro de 2016
Chile: Koyle Gran Reserva Carmenère 2012
Bonita cor entre púrpura e carmin. Aromas remetem a pimentão misturados com frutas vermelhas maduras. Na boca se torna refrescante, inicialmente algo próximo a pimenta e especiarias e termina bem frutado, pimentão do nariz não se confirma então se você foge desse tipo de sabor (não é meu caso), pode aproveitá-lo também.
É um vinho muito gostoso de se beber, não é um Carmenère sobremaduro nem verde em excesso.
Explora um lado muitas vezes menos explorado, com frescor em alta. Bons taninos, o vinho agradará facilmente à maioria dos paladares. Mais um vinho de los Lingues, notadamente a região premium para a Carmenère, dentro do vale do Colchagua, no Chile. Recomendo a visita, lá você encontrará a Koyle (com seus vinhedos biodinâmicos), Casa Silva, Viña Montes, entre outras.
Very nice and round Carmenère, the famous bell pepper is straightforward in the nose but do not affects the palate, where its roundness and surprisingly acidity come after the black pepper and the berries, all of those make this wine a lightspeed ending one.
This one comes from Los Lingues, the place that almost every year shows all the beautiful characteristics of the long forgotten Carmenère.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> bebido em restaurante, certamente acima dos R$120,00.
Site -> Koyle.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Brasil: Lidio Carraro Grande Vindima Merlot 2008
A safra 2008 brasileira continua mostrando vigor. Ao ser aberto, álcool e taninos ainda muito presentes, contrastando com a cor já bem cansada e o halo começando a ficar transparente.
No início aromas muito fortes de estrebaria e frutas frescas por trás, invertendo a lógica. Depois de um tempo suaviza, harmoniza, o álcool some.
Na boca balsâmico, um quê de ervas secas, álcool educado, algo de fruta, boa acidez, taninos ainda ali, estruturando, ao final dá quase que para dar uma mastigada. Está ótimo mas acredito que ainda aguente mais um pouquinho. Delicioso, para ser apreciado devagar.
Este vinho recebeu 93 pontos da Decanter Magazine; a MW Jancis Robinson é fã declarada da vinícola. E eu também! Basta ler um dos posts abaixo sobre os deliciosos vinhos da linha grande vindima da grande safra 2005: Tannat, Cabernet Sauvignon, Quorum, e Merlot
This is a very interesting and delicious brazilian Merlot. This harvest is known as a very good one, but it has been proven to be better than expected in terms of longevity.
Besides its aged color, alcohol showed itself, warming the nose. Stall and new leather, fruits behind inverting logics. After some time alcohol finds his way inside the wine. Balsamic, dried herbs, some hidden fruits and still firm tannins. In the end you can almost chew it. Delicious, to be slowly appreciated.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$99,00 em promoção na Vinum Day. Devia ter comprado mais...
Site -> Lidio Carraro.
sábado, 5 de novembro de 2016
Portugal: Herdade do Portocarro 2010 e Cavalo Maluco 2010
Em minha recente ida a São Paulo, dias antes do nascimento da minha sobrinha amada, estivemos eu e minha noiva jantando com meu irmão, com sua esposa e com ela ainda na barriga, numa noite fresca pra gelada para apreciarmos uns queijos, pizza e vinhos (e charuto).
No processo de escolha do que beber (gosto também dessa fase), eis que meu irmão surgiu com esses dois petardos.
Agora sei que são petardos, mas embora não duvide um segundo sequer de um vinho português, não os conhecia.
Esses vinhos são obra de José da Mota Capitão, que - como boa parte daqueles que confiam em seus instintos e vão contra o establishment - iniciou sua produção vinícola num lugar conhecido por ser lar de cortiça e gado.
Se gostaria de saber mais sobre o produtor e um pouco de sua história, peço a visita no blog da Fabiana Gonçalves que teve o prazer de conhecer mais essa personalidade do mundo do vinho português, definitivamente alguém a se respeitar nesse quesito após provar esses dois deliciosos vinhos.
Outra ótima opinião sobre o cavalo maluco está aqui. Um belo site diga-se.
Enfim, vamos aos lusos: o Herdade do Portocarro de cor bem rubi traz os aromas parecidos a um porto, muitas frutas vermelhas com boa acidez e certa mineralidade. Em alguns momentos evoca o Alentejo. Aragonez, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon (!!!). Ótimo vinho.
O Cavalo Maluco - ah o Cavalo Maluco! - é enorme.
Denso, granada, flores, frutas, chocolate, especiarias, café, fumo, couro, talvez menta, algo parecido a alguma calda doce. Tudo isso se alternando diversas vezes e alguns vindo junto, acidez pungente, estruturado, tânico mas sem ser agressivo, profundo e complexo mas ainda assim delicioso e fácil de beber, funcionando bem sozinho ou acompanhado de comida. Final quase infinito. Para beber devagar e apreciando.
Um vinhaço.
Pelas palavras do produtor: "Cavalo Maluco foi um grande chefe Sioux que resistiu à ocupação e destruição das terras e cultura do seu povo, permanecendo fiel aos seus valores e códigos de honra, pelos que deu a vida. Uma personalidade forte e intensa, indomável e irreverente mas também sensível e digna, como este vinho que assume o seu nome. Um vinho que presta homenagem a todos os “cavalos malucos” deste mundo que, apaixonados e destemidos, pensam pela sua cabeça e trilham o seu próprio caminho, com paixão pela diferença. Cada ano de Cavalo Maluco presta homenagem a uma personalidade que se identifica com este espírito (com a justaposição das suas iniciais no rótulo)."
Essa edição é dedicada a Vasco Gallego.
E o video abaixo eu dedico a ele e ao José da Mota Capitão.
Nota -> 4 de 5 & 4.5 de 5.
Preço -> Abertos pelo meu irmão.
Site -> Herdade do Portocarro.
No processo de escolha do que beber (gosto também dessa fase), eis que meu irmão surgiu com esses dois petardos.
Agora sei que são petardos, mas embora não duvide um segundo sequer de um vinho português, não os conhecia.
Esses vinhos são obra de José da Mota Capitão, que - como boa parte daqueles que confiam em seus instintos e vão contra o establishment - iniciou sua produção vinícola num lugar conhecido por ser lar de cortiça e gado.
Se gostaria de saber mais sobre o produtor e um pouco de sua história, peço a visita no blog da Fabiana Gonçalves que teve o prazer de conhecer mais essa personalidade do mundo do vinho português, definitivamente alguém a se respeitar nesse quesito após provar esses dois deliciosos vinhos.
Outra ótima opinião sobre o cavalo maluco está aqui. Um belo site diga-se.
Enfim, vamos aos lusos: o Herdade do Portocarro de cor bem rubi traz os aromas parecidos a um porto, muitas frutas vermelhas com boa acidez e certa mineralidade. Em alguns momentos evoca o Alentejo. Aragonez, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon (!!!). Ótimo vinho.
O Cavalo Maluco - ah o Cavalo Maluco! - é enorme.
Denso, granada, flores, frutas, chocolate, especiarias, café, fumo, couro, talvez menta, algo parecido a alguma calda doce. Tudo isso se alternando diversas vezes e alguns vindo junto, acidez pungente, estruturado, tânico mas sem ser agressivo, profundo e complexo mas ainda assim delicioso e fácil de beber, funcionando bem sozinho ou acompanhado de comida. Final quase infinito. Para beber devagar e apreciando.
Um vinhaço.
Pelas palavras do produtor: "Cavalo Maluco foi um grande chefe Sioux que resistiu à ocupação e destruição das terras e cultura do seu povo, permanecendo fiel aos seus valores e códigos de honra, pelos que deu a vida. Uma personalidade forte e intensa, indomável e irreverente mas também sensível e digna, como este vinho que assume o seu nome. Um vinho que presta homenagem a todos os “cavalos malucos” deste mundo que, apaixonados e destemidos, pensam pela sua cabeça e trilham o seu próprio caminho, com paixão pela diferença. Cada ano de Cavalo Maluco presta homenagem a uma personalidade que se identifica com este espírito (com a justaposição das suas iniciais no rótulo)."
Essa edição é dedicada a Vasco Gallego.
E o video abaixo eu dedico a ele e ao José da Mota Capitão.
Nota -> 4 de 5 & 4.5 de 5.
Preço -> Abertos pelo meu irmão.
Site -> Herdade do Portocarro.
Chile: Loma Larga Pinot Noir 2012
Falar da Loma Larga é chover no molhado. Malbec, Cabernet Franc, Syrah premiado, Sauvignon Blanc. Seus varietais são belos. E diferentes.
Este foi degustado junto a uma pizza em uma ótima pizzaria do Rio, comemorando o dia dos professores.
Sua cor já denotava certa evolução e seus aromas, junto às frutas vermelhas tradicionais e leve terra/umidade, apareceu um incrível aroma de goiaba! Facilmente perceptível...
Na boca muito macio, equilibrado, muita fruta, acidez justa, as duas garrafas terminaram na velocidade da luz. Muito saboroso.
This winery is very interesting, i had tasted its Malbec, Cabernet Franc and Sauvignon Blanc. All of them very distinctive, delicious, full of character and very impressive. This one presented everything a good Pinot Noir must bring, and surprisingly a very well noticed sweet guava on the nose after a little time on the glass. Amazing. Polite acidity and tannins, round and pleasant. Recommended.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$150,00 em restaurante.
Site -> Loma Larga.
Este foi degustado junto a uma pizza em uma ótima pizzaria do Rio, comemorando o dia dos professores.
Sua cor já denotava certa evolução e seus aromas, junto às frutas vermelhas tradicionais e leve terra/umidade, apareceu um incrível aroma de goiaba! Facilmente perceptível...
Na boca muito macio, equilibrado, muita fruta, acidez justa, as duas garrafas terminaram na velocidade da luz. Muito saboroso.
This winery is very interesting, i had tasted its Malbec, Cabernet Franc and Sauvignon Blanc. All of them very distinctive, delicious, full of character and very impressive. This one presented everything a good Pinot Noir must bring, and surprisingly a very well noticed sweet guava on the nose after a little time on the glass. Amazing. Polite acidity and tannins, round and pleasant. Recommended.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$150,00 em restaurante.
Site -> Loma Larga.
sábado, 22 de outubro de 2016
Chile: EPU 2012
Conheci este vinho em maio de 2013, safra 2009. Na época se apresentou um vinho muito intenso, com muita madeira e baunilha.
Esse 2012 está menos concentrado que o 2009, embora ainda escuro. Menos madeira e baunilha. Frutinhas, chocolate e incenso (!!!). Boa acidez e taninos nervosos ainda mas achei interessante, num conjunto que repete as frutas e o chocolate na boca, e algo "salgadinho" inesperado. Ainda dorme bem... Belo vinho!
Esse é o segundo vinho da Almaviva, ou o outro vinho da Almaviva. Não se apegue nessa discussão boboca e aprecie-o. Sugiro comprá-lo, se possível, no Chile.
The first time I had this wine was in may 2013, it was the 2009. On that time it was a very intense and wooded wine, dark, powerful.
This one is less wood and vanilla, more fruit and chocolate. Even incense. Good and well noticed acidity, hard but interesting tannins surrounding more fruits and chocolate. In the end salt. Still young but can be drinked right now, if you are a patient one, drinking slowly. Nice!!!
Nota -> 4 de 5.
Esse 2012 está menos concentrado que o 2009, embora ainda escuro. Menos madeira e baunilha. Frutinhas, chocolate e incenso (!!!). Boa acidez e taninos nervosos ainda mas achei interessante, num conjunto que repete as frutas e o chocolate na boca, e algo "salgadinho" inesperado. Ainda dorme bem... Belo vinho!
Esse é o segundo vinho da Almaviva, ou o outro vinho da Almaviva. Não se apegue nessa discussão boboca e aprecie-o. Sugiro comprá-lo, se possível, no Chile.
The first time I had this wine was in may 2013, it was the 2009. On that time it was a very intense and wooded wine, dark, powerful.
This one is less wood and vanilla, more fruit and chocolate. Even incense. Good and well noticed acidity, hard but interesting tannins surrounding more fruits and chocolate. In the end salt. Still young but can be drinked right now, if you are a patient one, drinking slowly. Nice!!!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> Degustado com os queridos Carlo e Natasha.
Site -> Almaviva.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Espanha: Hidalgo de Castilla Verdejo 2014
Delicioso esse Verdejo, gosto da casta, dá uns vinhos diferentes, bem agradáveis e de certo corpo, às
vezes um pouco mais encorpado que o comumente encontrado para brancos e definitivamente mais untuoso. E esse foi o melhor até hoje.
Infelizmente não consegui reaver minhas notas, mas me lembro que valeu muito a pena, e certamente não hesitarei em prová-lo novamente.
Very nice Verdejo, one grape that turns into more unctuous and dense white wines. Unfortunately I could not find my notes concerning impressions on this bottle, but I do remember that it was a very nice bottle to uncork.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$64,90 na Vinum Day.
Site -> Bodegas Verduguez.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
França: Château de Camarsac Cuvée du Prince Noir Bordeaux Superieur 2009
Um presente da minha tia, vindo diretamente de Paris. Um vinho de linha regular (50k garrafas/ano), de uma origem famosa, de uma safra nota 10, de um Château de 700 anos. Curiosidade no mínimo.
O produtor aconselha a guarda de 2 a 5 anos. Guardei por sete até que deu uma vontade de abrí-lo, e não lutei contra.
Cor de vinho já evoluído, bem 'atijolado', halo fino transparente. Aromas ainda bem frutados, distoando da cor, cassis e amora bem evidentes. Leve baunilha. Na boca ainda taninos, sente-se a madeira, boa acidez. Mais frutas com uma textura balsâmica, um conjunto improvável mas interessante e bem gostoso, com certa estrutura. Seca a boca. Estava bem gostoso.
Thierry Lurton, que assina esse vinho, faz parte de uma família de viticultores originária de Bordeaux, e da qual 13 componentes possuem vinícolas, na França, Portugal, Espanha, Chile, Austrália, Argentina. Será que têm experiência?
A regular bordeaux wine, around 50k bottles a year, of a perfect harvest, from a 700 year-old château from a very well-known family. Curious at least.
The producer advises to keep it from 2-5 years. I gave it seven and then opened it.
Its colors are the ones from a evolved wine, brownish red, transparent halo. Amazingly still fruity aromas, which is not paired with color. Blackberry and Blackcurrant very well distinguisehd. Vanilla comes light. In mouth that nice wood feeling and good acidity, fruits and balsamics, a unlikely but tasteful kit. It really dries the mouth.
Thierry Lurton is part of a Bordeaux winemakers family, in which there are 13 winemakers owning wineries in France, Portugal, Spain, Australia, Chile and Argentina. Are they experienced?
Nota -> 4 de 5.
Preço -> Presente.
Site -> Camarsac.
O produtor aconselha a guarda de 2 a 5 anos. Guardei por sete até que deu uma vontade de abrí-lo, e não lutei contra.
Cor de vinho já evoluído, bem 'atijolado', halo fino transparente. Aromas ainda bem frutados, distoando da cor, cassis e amora bem evidentes. Leve baunilha. Na boca ainda taninos, sente-se a madeira, boa acidez. Mais frutas com uma textura balsâmica, um conjunto improvável mas interessante e bem gostoso, com certa estrutura. Seca a boca. Estava bem gostoso.
Thierry Lurton, que assina esse vinho, faz parte de uma família de viticultores originária de Bordeaux, e da qual 13 componentes possuem vinícolas, na França, Portugal, Espanha, Chile, Austrália, Argentina. Será que têm experiência?
A regular bordeaux wine, around 50k bottles a year, of a perfect harvest, from a 700 year-old château from a very well-known family. Curious at least.The producer advises to keep it from 2-5 years. I gave it seven and then opened it.
Its colors are the ones from a evolved wine, brownish red, transparent halo. Amazingly still fruity aromas, which is not paired with color. Blackberry and Blackcurrant very well distinguisehd. Vanilla comes light. In mouth that nice wood feeling and good acidity, fruits and balsamics, a unlikely but tasteful kit. It really dries the mouth.
Thierry Lurton is part of a Bordeaux winemakers family, in which there are 13 winemakers owning wineries in France, Portugal, Spain, Australia, Chile and Argentina. Are they experienced?
Nota -> 4 de 5.
Preço -> Presente.
Site -> Camarsac.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Argentina (ou Chile?): Punto Final Sauvignon Blanc 2015
A Bodega Renacer fica localizada em Mendoza, mas esse vinho foi produzido no vale de Casablanca,
pra mim e pra muitos mais o melhor lugar do Chile na atualidade para uvas brancas, especialmente a Sauvignon Blanc, e provavelmente os melhores Pinot Noirs do Chile e da America do Sul.
A meu ver uma ótima opção de Sauvignon Blanc, pois traz toda aquela bagagem herbácea e mineral associada a algo mais maduro e frutado, tanto em nariz quanto em boca, que é completada por um ótimo frescor, e por um preço razoável.
Arruda, grama cortada, cítricos comuns e não tão comuns (lima/limão, pomelo/toranja, etc...), talvez pêssego. Na boca traz ainda a lembrança de aspargos e abacaxi, tendendo pro azedo. Boa mineralidade e acidez, certa untuosidade; ótima pedida. Ponto final.
This argentinian mind and chilean heart wine has Mr Antonini as a consultant. For its price is superb, since it brings that herbaceous and mineral background that a good Sauvignon Blanc can offer, allied to a citric fruit character. In mouth adds asparagus and greasiness. Not a Chardonnay style and if you can't stand rue or grass hints, this is not your wine. If you just love these, run for it!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$48,90 na Vinum Day.
Site -> Bodega Renacer.
sábado, 13 de agosto de 2016
Brasil: Casa Valduga RSV Brut Rosé 2013 #CBE
Todo dia primeiro é dia de escrever sobre um tema escolhido por um colega confrade da Confraria Brasileira de Enoblogs,
A Confraria Brasileira de Enoblogs é a mais antiga confraria virtual do Brasil, está no ar desde fevereiro de 2007.
Para o mês de Agosto (esse post está atrasado), a escolha foi do confrade Marcello Galvão, que escolheu assim: "Pensei bastante no tema, e vou aproveitar que a temperatura subiu bastante aqui no Rio de Janeiro, pra sugerir uma bebida que muito me agrada. Espumante Brut Rosé do novo mundo elaborado pelo método tradicional. Sem faixa de preço."
Escolhi o Casa Valduga Blush, um rosé feito pelo método tradicional, 50% de Pinot Noir e Chardonnay. Bem límpido, de cor rosa pálido, nariz de frutas secas, notas que lembram pão e leve amateigado, perceptível também no paladar. Leve acidez, seca a boca carinhosamente. Perlage fino e discreto, mas persistente. Cremosidade gostosa, um espumante delicado, aprovado, recomendado e que eu ainda não havia provado.
Se você acha que só champagne presta, recomento começar a mudar seus conceitos, pois o espumante nacional é bom já há bastante tempo, e vem melhorando consistentemente.
I am a participant of a virtual fraternity of enobloggers, and once a month we write about a wine based on one component's choice.
This is a half Pinot Noir half Chardonnay brazilian brut rosé sparkling wine, very clean and pale pink in glass. The nose brings dried fruits, bread and butter. The mouth repeats everything increasing the butter feeling, drying your mouth with gentle acidity. Delicate, fresh, well-done and approved by this blogger and his wife!
If you, my foreign reader, find one of this in your preferred supermarket, give it a try and come here to tell me about it, it is very consistent in quality.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$59,90 no Hortifrutti.
Site -> Casa Valduga.
A Confraria Brasileira de Enoblogs é a mais antiga confraria virtual do Brasil, está no ar desde fevereiro de 2007.
Para o mês de Agosto (esse post está atrasado), a escolha foi do confrade Marcello Galvão, que escolheu assim: "Pensei bastante no tema, e vou aproveitar que a temperatura subiu bastante aqui no Rio de Janeiro, pra sugerir uma bebida que muito me agrada. Espumante Brut Rosé do novo mundo elaborado pelo método tradicional. Sem faixa de preço."
Escolhi o Casa Valduga Blush, um rosé feito pelo método tradicional, 50% de Pinot Noir e Chardonnay. Bem límpido, de cor rosa pálido, nariz de frutas secas, notas que lembram pão e leve amateigado, perceptível também no paladar. Leve acidez, seca a boca carinhosamente. Perlage fino e discreto, mas persistente. Cremosidade gostosa, um espumante delicado, aprovado, recomendado e que eu ainda não havia provado.
Se você acha que só champagne presta, recomento começar a mudar seus conceitos, pois o espumante nacional é bom já há bastante tempo, e vem melhorando consistentemente.
I am a participant of a virtual fraternity of enobloggers, and once a month we write about a wine based on one component's choice.
This is a half Pinot Noir half Chardonnay brazilian brut rosé sparkling wine, very clean and pale pink in glass. The nose brings dried fruits, bread and butter. The mouth repeats everything increasing the butter feeling, drying your mouth with gentle acidity. Delicate, fresh, well-done and approved by this blogger and his wife!
If you, my foreign reader, find one of this in your preferred supermarket, give it a try and come here to tell me about it, it is very consistent in quality.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$59,90 no Hortifrutti.
Site -> Casa Valduga.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Uruguai: Bouza Tannat 2014
Mais uma safra desse ótimo vinho. Já havia bebido a 2012 anteriormente.Esse segue a sequência dos vinhos que foram bebidos na despedida do Freitas.
Menos rústico que o 2012, menos madeira, parece mais 'internacional'. Sem que isso pareça um demérito, talvez 'mais elegante' seja o termo correto.
Púrpura, é um belo vinho, delicioso, jugoso como dizem os hermanos. Muito bem feito, está pronto e ainda aguenta mais uns dois anos. Se eu pudesse, seria um dos 'vinhos de dia a dia'.
Very good example of how a Tannat wine can be worked to be less rustic without losing character.
Diferent from the later 2012 vintage that I have tasted, but still a nice Uruguayan Tannat. Juicy, wood well fit, some would say a more international view of Tannat. I say: prove it and enjoy.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> indefinido mas acima de R$100 infelizmente. Undefined, bought at a restaurant.
Site -> Bodega Bouza.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Portugal: Periquita Reserva 2005, uma grata surpresa
Este post faz parte de uma sequência que preciso escrever, acerca de um encontro da minha antiga confraria 256, que infelizmente precisou ser interrompida por questões geográficas e financeiras de alguns participantes.
Para esse encontro, o motivador foi a despedida do Freitas, que irá estudar nos EUA o seu mestrado (boa sorte Freitas).
Esse vinho foi levado pelo confrade Leonardo, alguns de nós levamos uma garrafa, o que não foi obrigatório.
De cor vermelha 'cansada', acastanhada, borda transparente, na hora de abrir a rolha estava ressecada. Achei que viria um vinagrão. Ledo engano.
Na taça aromas análogos aos de um bom porto (!!!), com bastante fruta para a idade. Imagina a felicidade ao constatar que o vinho que você achava estar morto, está mais vivo do que parece!
E foi verdade, na boca ainda tinha tanino marcando, embora não estragasse o delicado conjunto em boca. De novo a impressão de um porto velho mas sem o álcool associado. Uma bela experiência, e uma bela surpresa.
P.S.1: A Periquita é a mesma uva que a Castelão/Castelão Francês, e o vinho geralmente leva ainda Trincadeira e Aragonês (Tinta Roriz/Tempranillo). Até 2001 era feito apenas com a Periquita!
P.S.2: A revista Adega, como sempre, fez uma boa matéria a respeito do Periquita.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> desconhecido.
Site -> José Maria da Fonseca.
Para esse encontro, o motivador foi a despedida do Freitas, que irá estudar nos EUA o seu mestrado (boa sorte Freitas).
Esse vinho foi levado pelo confrade Leonardo, alguns de nós levamos uma garrafa, o que não foi obrigatório.
De cor vermelha 'cansada', acastanhada, borda transparente, na hora de abrir a rolha estava ressecada. Achei que viria um vinagrão. Ledo engano.
Na taça aromas análogos aos de um bom porto (!!!), com bastante fruta para a idade. Imagina a felicidade ao constatar que o vinho que você achava estar morto, está mais vivo do que parece!
E foi verdade, na boca ainda tinha tanino marcando, embora não estragasse o delicado conjunto em boca. De novo a impressão de um porto velho mas sem o álcool associado. Uma bela experiência, e uma bela surpresa.
P.S.1: A Periquita é a mesma uva que a Castelão/Castelão Francês, e o vinho geralmente leva ainda Trincadeira e Aragonês (Tinta Roriz/Tempranillo). Até 2001 era feito apenas com a Periquita!
P.S.2: A revista Adega, como sempre, fez uma boa matéria a respeito do Periquita.
This is the reserve version of a very well known portuguese wine here in Brazil.
Periquita stands for a female parakeet, and is the alternate name for the grape Castelão (Big Castle).
When opening the bottle, the cork split and caused a little panic, but the wine - fortunately - was great.
"Tired" red in glass, transparent halo, still fruity and looked like a port wine aroma. In mouth surprisingly still tannic but delicious, a nice and well arranged structure, a nice experience!
Preço -> desconhecido.
Site -> José Maria da Fonseca.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Brasil: Clos Cattacini Trebbiano Romagnolo 2014
Excelente esse vinho do Cattacini. Único vinho brasileiro feito com a casta.
Madeira bem colocada, acidez gostosa, álcool integrado, untuosidade, aromas adocidados, frutados, algo como pêssego, e talvez traços florais. Se eu soubesse que era bom assim, teria comprado mais dele.
Desenvolvido em conjunto com a Luiz Argenta, o site traz bastante informação.
Amazing Brazilian Trebbiano wine, first one in modern Brazilian wine industry. Unctuous, very well placed wood, good acidity in a fruit and flower nose, peach in the mouth. If you like the whites through wood, this one is a nice try.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$59,90 na Vinum Day.
Site -> Cattacini.
domingo, 10 de julho de 2016
Brasil: Hermann Bossa N1 Brut
Digo e repito: bons momentos, boas lembranças e datas comemorativas podem alterar seu julgamento acerca de um vinho. Mas ainda assim você percebe quando algo é bom e de alguma forma, diferente do status quo.
Esse espumante da Hermann, definitivamente foi o primeiro feito pelo método Charmat que me surpreendeu. Geralmente tendo a achá-los doces e enjoativos. Mas não esse!
Muitas pequenas bolhas, aromas deliciosos de frutas cítricas, algo floral e de fermento mas na boca é que dá o seu show de maçã verde e deliciosa cremosidade. Muito agradável e bem feito. Parabéns à Hermann, vou procurar seus tintos agora!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> ??? Tem no site da Decanter.
Site -> Vinícola Hermann.
Esse espumante da Hermann, definitivamente foi o primeiro feito pelo método Charmat que me surpreendeu. Geralmente tendo a achá-los doces e enjoativos. Mas não esse!
Muitas pequenas bolhas, aromas deliciosos de frutas cítricas, algo floral e de fermento mas na boca é que dá o seu show de maçã verde e deliciosa cremosidade. Muito agradável e bem feito. Parabéns à Hermann, vou procurar seus tintos agora!
For me it was always hard to find a Charmat method sparkling wine that really amused me. This one has ended the search for the first time. Small abundant bubbles, citrics and flowers on the nose, yeast too. In the mouth it is creamy and gives your tongue the taste of green apples. Very nice and well made. Congratulations Hermann guys!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> ??? Tem no site da Decanter.
Site -> Vinícola Hermann.
sábado, 9 de julho de 2016
Brasil: Decima Gran Reserva 2008, um espetáculo
Mais um belo vinho da safra 2008 do Brasil. Seus aromas são extremamente amplos, trazendo tabaco, mel, figo, baunilha bem presente (36 meses de barricas!). Algo passificado notável, os traços de frutas vermelhas aparecem também. Uma coisa bem bonita e que provoca um sorriso.Interessante que sua cor engana, assemelha-se mais a vinhos jovens, embora seus 8 anos e seu halo quase transparente neguem essa impressão.
Em boca os taninos estão bem educados, a madeira evidente sem incomodar, o álcool amacia com um calorzinho gostoso e você percebe um delicioso 'salgadinho' no fim. Muito, muito bom.
One more excellent 2008 harvest brazilian wine, complex nose bringing tobacco, honey (indeed!), fig, something raisin-like. Vanilla and hidden red fruit came forth.
His color try to fool you but his almost transparent halo tells the truth. Amazing 36-month-in-barrels wine, blend of Cabernet Franc and Sauvignon, Tannat, Merlot and Petit Verdot. I should definitely buy this one again.
Nota -> 4 de 5.
Preço -> R$52,90 na Vinum Day.
Site -> Decima.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Canada: Pillitteri Estates Cabernet Franc 2012
continuidade dessa admiração.
Conheci-o no Canadá, na Vinícola, em Niagara-on-the-falls, a cidade simpática e bela perto das cataratas. Passei belos momentos lá.
Provei diversos vinhos e os que mais me encantaram foram esse e o icewine feito com a Riesling, o qual já foi aberto e contarei num próximo post (prometo).
Este tem uma belíssima cor:
Aromas de pimenta preta, algo de frutinhas vermelhas, leve herbáceo e baunilha. Na boca taninos secam a boca mas não incomodam, e emolduram o conjunto que traz novamente as frutas e tudo o mais em conjunto com a madeira de 19 meses que se encaixou belamente e nada exagerada, com uma acidez bem interessante. Me pareceu um canadense com alma italiana.
This blogger is a Cabernet Franc-lover, and is in love with this beautiful Canadian wine. Went to the winery on June 2015 to visit my beloved woman. Since then it was resting, waiting for the time to come. And now, it has offered me all of its enchantment.
The winery is very nice, and their wines too! Their famous icewine is amazing.
Black pepper and fresh red fruits, surrounded by light herbs and vanilla, silky tannins and very well integrated wood - 19 months! - along with nice acidity and italian-like style. The color is beautiful!
Nota -> 4 de 5.
Preço -> CN $25 (no site)
Site -> Pillitteri Estates Winery.
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